O primeiro ponto de encontro na Europa foi a cidade q vai me
Como a 3a maior cidade da França, eu até esperava que seria interessante, mas a experiência foi surpreendente.
Lyon é antes de tudo cheia de historia. Os galos-romanos ja la habitavam durante sei la qual época, mas foi durante a Renascença que a cidade viveu a prosperidade.
Graças aos 2 rios que cortam a cidade, a burguesia local pôde prosperar e se fazer relevante. Assim, depois de Veneza, o Quartier de Vieux Lyon é a maior aglomeraçao renascentista da Europa. Uma aglomeraçao em peso: como todos queriam viver perto do rio as casas foram se concentrando e se espremendo até quase sumirem as ruas. A saida que acharam foi construir passagens dentro dos predios que conectavam as vias publicas: os chamados traboules. Andar por esse bairro e entrar nesses labirintos é realmente com
Lyon continuou a prosperar com o comércio da seda e depois se expandiu para a regiao de confluencia dos rios. A mudança de estilo de arquitetura nesse outro bairro da cidade, com seus prédios mais requintados e fachadas à la parisiense, é visivel e ressalta o quanto de Historia que essa cidade viveu.
Mas Lyon nao é so passado. Hoje, pude ver como ha vida... Basta andar por qualquer que seja a rua: os restaurantes e praças estarao cheios e certamente havera coisas para fazer a noite. E, sinceramente, como um carioca erradicado na França posso dizer que isso me deixou muito mais motivado para essa estadia aqui.
Agora é aguardar Setembro para dar o veredito final...
Voltei para Vichy depois do fds e passei a semana aqui para poder receber minha familia "verdadeira" na minha "pseudo"-familia...
Os Kimmoun nao deixaram a moral cair e colocaram na mesa o maior banquete que ja participei ou vi.Durante 2h30 pudemos provar ao todo 5 pratos, 4 vinhos e ainda um champagne. Melhor impossivel...
No dia seguinte a partida teve como destino Paris...
Minha primeira impressao dessa cidade, ha 2 anos atras nao tinha sido das melhores. Para tentar reverter essa situaçao, minha mae e meu pai fizeram questao de me acompanhar nessa nova excursão.

É verdade que o tempo ajudou, mas a família fez toda a diferença... Visitar essa cidade com eles foi o que de melhor há para se fazer.
O grande Biro, brow lá da faculdade no Rio que passou 6 meses em Valência, coincidiu de estar lá no mesmo fds e é claro aproveitou para ficar com a gente nesse ambiente familiar.
Dessa vez tive a oportunidade de conhecer um outro lado de Paris que ainda não tinha desvendado: a noite. Já na sexta feira minha irmã, Birão e eu partimos para a ShowCase, uma night bate-estaca num ambiente mto foda, embaixo de uma das pontes do Rio Sena.
No sábado, depois de andar feito condenados, passando pelo Palais de Louxembourg, pelo Quartier Latin, pela Notre Dame, pelo Marais e ainda parando no museu George Pompidou para ver uma exposição muito boa do Kandinsky, recarregamos nossas energias e partimos para uma night mais no estilo brasileiro na Duplex, próxima do Arco do Triunfo.
O Palácio de Luxemburgo impressiona pelo tamanho dos jardins... uma propriedade imensa no meio do centro de Paris! A Notre Dame, onde Napoleão foi coreado, será pra mim sempre enigmática, com as gárgulas nas torres que inspiraram o conto de Victor Hugo. O Marais é aquele bairro "moderno", cheio de lojas e cafés, além da rua com o melhor falafel do mundo! O George Pompidou, museu de Arte Contemporânea, segundo a minha avó, ainda não acabou de ser construído e para o Biru mais pareceu um edifício-garagem.
Não sei com que vestígio de energia, acordamos cedo no domingo para já começar a bater perna no bairro que mais gosto de Paris: o Mont-Martre. Depois de visitar a eternamente branca Basílica de Sacre-Coeur (suas pedras não absorvem sujeira, basta uma chuva para lavá-la), nos perdemos um pouco por esse reduto de artistas até encontrar a interessante praça do Amor, em que num muro está gravado em não sei quantas centenas de línguas o "eu te amo".
Depois dessa pausa, seguimos para a Champs-Elysées... A avenida mais chique e cara do mundo vivia um dia especial: era a última etapa do Tour de France e seria ali que os corredores iam fazer o percurso final. Dá para imaginar a quantidade de gente aglomerada para ver os ciclistas que ao todo fizeram 7 voltas entre o Arco do Triunfo e o Jardim de Tulleries.
Subimos a avenida até chegar finalmente ao Arco, de onde continuamos até o Jardim de Trocadero, onde pudemos desfrutar da melhor vista para a Torre Eiffel. O dia ajudou, e agora a imagem da gigantesca torre vista de perto ficará gravada na lembrança.
Para finalizar o dia e relaxar as pernas, nada mais tranquilo do que o passeio de Bateau-Mouche que fizemos pelo Rio Sena. É verdade que exausto acabei dormindo uma hora ou outra, mas ainda pude contemplar a lua que enquadrava-se perfeitamente com a paisagem parisiense.
E acabou-se mais um fds em família...
E acabou-se a temporada da família...
Parti de novo no trem, agora sem a perspectiva de vê-los tão cedo...
Mas as lembranças ficam aqui!
E de volta para a agitação frenética de Vichy!
2 comentários:
uhauhahuahuauh gostei de ser mencionado!!! e pow to boto uma foto eu malzao no orkut hauhah hj vi varias mto melhores huahua Vlw lekao!!
Saudades da viagem!!
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